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sábado, 5 de junho de 2010

Hoje é o dia Mundial do Meio Ambiente.


Viver num mundo ecologicamente perfeito ainda está distante da nossa realidade.

Lembremos que somos milhões de pessoas dividindo o mesmo planeta com outras milhões de espécies e que, somente juntos poderemos desfrutar de um futuro mais próspero e seguro.

Mas dá para diminuir o impacto ambiental da nossa existência, despertando e ensinando atitudes básicas em casa, como separar o lixo úmido do seco, reutilizar água, usar a iluminação das janelas e não deixar a luz acesa no quarto quando sair, desligar a televisão, cuidar do jardim, plantar uma horta caseira e cuidar dos animais.

São formas simples e acessíveis para ensinar que podemos viver de forma sustentável.

Sustentabilidade é suprir as necessidades da geração atual sem afetar as gerações futuras. E para isso três palavras com a letra "R" são importantes: Reduzir, Reutilizar e Reciclar.


Kigali, capital da Ruanda, foi escolhida para sediar este ano as celebrações globais do
Dia Mundial do Meio Ambiente.

Segundo o PNUMA, a combinação de uma riqueza ambiental, incluindo espécies raras como os gorilas das montanhas, com a implementação de políticas verdes inovadoras foram os motivos deste país da África Central ter sido escolhido para as celebrações do Dia Mundial do Meio Ambiente.

O Dia Mundial do Meio Ambiente foi estabelecido pela Assembléia Geral das Nações Unidas em 1972 marcando a abertura da Conferência de Estocolmo sobre Ambiente Humano.

Os principais objetivos das comemorações são:

* Mostrar o lado humano das questões ambientais;

* Capacitar as pessoas a se tornarem agentes ativos do desenvolvimento sustentável;

* Promover a compreensão de que é fundamental que comunidades e indivíduos mudem atitudes em relação ao uso dos recursos e das questões ambientais;

* Advogar parcerias para garantir que todas as nações e povos desfrutem um futuro mais seguro
e mais próspero

Junho - mês vital para avanços rumo a um futuro de baixo carbono


Segundo a rede WWF, o mês de junho será importante para dar novo impulso aos esforços globais em prol de um futuro de baixo carbono e com segurança climática.

Negociações sobre clima iniciaram em 31 de maio em Bonn, na Alemanha, quando ONU e as Cúpulas do G8 e G20 na última semana deste mês, poderão estimular significativamente uma série de avanços que são essenciais para conseguir o tão almejado acordo global sobre clima e acelerar a conquista de um futuro de baixas emissões de carbono.

A Conferência de Copenhague não produziu o tratado ambicioso de que o mundo precisa. No entanto, o diálogo sobre alguns dos elementos críticos do pacote de negociação nos colocou muito próximos de um acordo adequado. Neste sentido, o reinício das negociações em Bonn precisa ser a retomada do caminho para avanços concretos até a COP16 em Cancún, México, ao final do ano.

A Rede WWF considera que os negociadores em Bonn poderão avançar e praticamente concluir alguns dos debates mais importantes, como a proteção das florestas via mecanismos de apoio à redução de emissões de desmatamento e degradação florestal (a agenda REDD+) e sobre o financiamento para atividades que visam a resiliência climática e o desenvolvimento de baixo carbono nos países em desenvolvimento."
Esta é uma data importante, já que o fim do primeiro período de compromisso do Protocolo de Kyoto é 2012 e as decisões sobre novas metas precisam ocorrer antes deste prazo." O WWF recomenda :"Os países só vão superar o desafio dos 'gigatonnes' se eles acelerarem a transformação das economias para operarem com baixas emissões de carbono, fecharem as brechas que enfraquecem seus Planos de Ação Nacionais e trabalharem unidos para estender os efeitos dos seus esforços de transformação, incluindo fontes de poluição adicionais que não foram regulamentadas até o momento".
Ao Brasil, cabe uma lição de casa importante. Os avanços observados no ano de 2009, com a definição de metas e aprovação de legislação que estabelece a Política Nacional de Clima e o Fundo Clima precisam sair do papel. "As ações do governo no âmbito interno precisam estar alinhadas, embasar e ajudar a orientar a nossa política externa sobre mudanças do clima", afirma Denise Hamú, secretária-geral do WWF-Brasil. "

Fonte: